Matérias

Fim de mais um dia de trabalho.
Você não vê a hora de chegar em casa.
Entra em seu carro e coloca-se a caminho.
Trânsito pesado, congestionamento monstruoso.
Noite chegando, faróis acessos e visão ofuscada.
De repente, começa a garoar e você liga o limpador.
O para-brisa fica um borrão só.
Eita! Esqueci de trocar as palhetas!
Aciona o esguichador e não sai uma gota!
Putz! Não enchi o reservatório!
Finalmente, chega em casa e guarda o carro.
Irritado, quer logo descansar e relaxar.
Déjà vu?
Que déjà vu, que nada! Da última vez que choveu você viveu realmente situação igual.
E não fez a lição de casa. Não trocou as palhetas e nem encheu o reservatório do esguichador.
Qualquer dia destes, você não vai chegar inteiro ao seu destino. Se chegar.
Então, amanhã, primeira parada, posto de gasolina.
Trocar palhetas (ou conjunto) e encher reservatório do esquichador.
Aproveite e verifique combustível, óleo, pneus (inclusive o estepe), água e fluído de freio.
Lembre-se: cuide bem do seu veículo que ele cuidará bem de você!

Luiz Roberto M. C. Cotti
www.sobrevivencianotransito.com.br
11-993577310

Não sei bem explicar, mas sempre tive uma quedinha de amor por setembro.
O friozinho vai embora devagar, aqui para nossas bandas do hemisfério e, como diria Beto Guedes, “Sol de Primavera, abre as janelas do meu peito...”
Talvez seja, só mais um daqueles marcos do calendário que existem, mais para a gente renovar as energias do que para contar o tempo mesmo, sabe? Como o regime que só começamos na segunda, ou o plano da academia que só renovamos em janeiro.
Para mim, setembro tem um gostinho de bolo de laranja assando.
De chá de hortelã fervendo.

A equoterapia é um método terapêutico que utiliza o movimento do cavalo para reabilitar pessoas com deficiências físicas, motoras, ou mentais, como distrofias, esclerose múltipla, paralisia cerebral, autismo, AVC (Acidente Vascular Cerebral), entre outros.
Reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, desde 1997, a equoterapia é considerada, hoje, um dos tratamentos mais eficazes, destinados a pessoas com necessidades especiais. São aulas diferentes das tradicionais, em cima de um cavalo, supervisionadas por instrutores de equitação e potencializadas por profissionais de diversas áreas, que estimulam os exercícios de forma, totalmente, lúdica.
Um de seus programas chama-se “Hippoterapia”, no qual o movimento tridimensional que o cavalo gera ao passo é usado como agente terapêutico, no processo de reabilitação física por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos.

Aposentadoria por invalidez e Loas para pessoa com deficiência têm regras diferentes
O INSS é responsável pelo pagamento de dois tipos de benefícios, destinados às pessoas consideradas incapacitadas: a aposentadoria por invalidez e o amparo assistencial às pessoas com deficiência. Apesar de ambos serem concedidos e mantidos pelo INSS, as regras de cada um deles são diferentes. Enquanto a aposentadoria por invalidez é um benefício previdenciário, o amparo assistencial baseia-se na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas).
A principal diferença entre o Loas e os benefícios previdenciários está na destinação. Os benefícios previdenciários, como a aposentadoria por invalidez, são concedidos aos trabalhadores que contribuíram, por determinado período, para a Previdência Social.

Você tem dúvida em questão de participar de uma palestra, workshop, oficina, mesa redonda, rodada de conversa e outras nomenclaturas existentes?
Todos esses eventos são técnicos e tem o mesmo objetivo que é o de levar ao público informações e dados importantes a serem capturados pelos ouvintes para uma reflexão, ou aprimoramento do aprendizado, em matérias e cursos de especificações e especialidades.

Quando tocamos no assunto desapego, uma série de sensações vem à tona. Muitas pessoas tem uma grande dificuldade de desapegar fisicamente e emocionalmente dos seus pertences e fazem desse assunto um tabu difícil de ser quebrado. Não estou dizendo que você tem que sair jogando tudo fora, mas manter as coisas que tem utilidade para você e tentar utilizá-las. Quando o espaço é suficiente para acomodar tudo o que a pessoa tem, tudo bem, sem problemas: vida que segue. Mas, e quando o volume de coisas é maior do que o espaço que existe para acomodá-las? Não há milagre que resista.