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Divórcio humanizado é boa solução para o fim do matrimônio

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Atualmente, um em cada três casamentos acabam e, 70% dos pedidos de divórcio são realizados pelas mulheres, que não aguentam permanecer em relacionamentos machistas, nos quais são submetidas a realizar a chamada tripla jornada de trabalho – trabalhar, cuidar dos filhos e da casa.
Mesmo com toda tristeza que o fim de um relacionamento desencadeia, o cenário ideal é que o ex-casal consiga chegar num consenso em relação aos termos do divórcio, uma vez que será menos doloroso no âmbito emocional e financeiro. É aí que entra o chamado “divórcio humanizado’.

Como proceder para realizar o divórcio humanizado?

Por mais difícil que seja esse momento, nem sempre precisa haver brigas e discussões. Caso o divórcio seja um assunto doloroso para ser conversado entre o ex-casal, é recomendável contratar um advogado especialista em Direito de Família para negociar e intermediar os termos devidos, evitando desgastes pessoais.
O ideal é que se contrate um único advogado para realizar o divórcio e compor os termos do acordo da forma mais justa possível. Certamente, é a opção mais econômica. Mas, caso as partes optem por cada uma ter o seu próprio advogado, aconselha-se fugir do modelo de advogado combativo.
Um divórcio consensual sempre será mais barato, tanto em termos financeiros quanto, principalmente, em termos emocionais. Além de não envolvidos pela disputa, os advogados estão acostumados a este tipo de situação, podendo negociar com sobriedade e experiência.

*Debora Ghelman é advogada especializada em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, atuando na mediação de conflitos familiares a partir da Teoria dos Jogos.